Repara, observa, agradece.

Eu vivi no meio de tudo
Cresci no meio de todos
Mas não sei nada

Eu convivi com uma porção de gente
Viajei por muitos lugares
mas não conheci nada

De que adiantam olhos que só vem mas não enxergam?
Visão cega
Não vê nada além da matéria
Vida estéril

Cai, levanta e vê
Não só vê, enxerga
Não só enxerga, repara
Não só repara, mas agradece…

O completo sentido da luz resplandece
Diante da escuridão
Não contrapõe, mas expõe.
Sei que é o que é, porque é mais do que o oposto
É exposto,
Sustenta a matéria
É o criador que sustenta a ideia

Ele só repara a visão do cego
Quando o cego repara que não vê

Antes via só matéria
Hoje vê o que ninguém mais vê

Repara, agradece.

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Sobre Maurício Avoletta Junior

Bacharel em Teologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, estudante de filosofia e literatura (por conta própria), apaixonado por quadrinhos, cinema, música e Tolkien; escravo de Cristo, um pessimista em potencial e um futuro "seja o que Deus quiser".
Esse post foi publicado em Literatura e Teologia, Poesia, Teologia. Bookmark o link permanente.

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